domingo, 26 de dezembro de 2010

O FIM DA LEI É CRISTO (Romanos 10.4)

De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei. (Hebreus 7:11-12).

Você já parou para se fazer está pergunta, porque Deus levantou outro sacerdócio? E como mudou o sacerdócio você sabia que a lei também mudou?

A lei não foi capaz de aperfeiçoar e justificar ninguém, pelo contrário a lei deu força ao pecado e condena o pecador, por isso se fez necessário ser introduzido um novo sacerdócio, uma nova esperança, que é Jesus Cristo.

Um grande número de sacerdotes foram levantados antes de Cristo, e por causa da morte foram impedidos de permacerem, mas Cristo que vive eternamente exerce um sacerdócio perpétuo e hoje ele é ministro em seu santuário, conforme em:

(Hebreus 8.2) Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem.

Perceba que Cristo é ministro do verdadeiro tabernáculo o qual o Senhor fundou e não o homem. Quantos "santuários" e "tabernáculos" são fundados e abertos diariamente pelos homens e dizem que Cristo está lá, tome cuidado com isto! Cristo não entrou e não habita em templos feitos por mãos de homens. Ele pode até estar lá, mas não por causa das paredes e sim por que habita na vida de alguém.

(Hebreus 9.24) Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus;
Não se assuste com o que vou citar, assim como o sistema Sacerdotal da antiga aliança não reconheceria Cristo como sacerdote, pois ele não era da tribo de Levi (Tribo Sacerdotal) e sim da descendente da tribo de Judá hoje também ele não seria reconhecido como Pastor função equivalente a de sacerdote, pois convém que o Pastor seja casado.
Mas isto não vem ao caso, pois Cristo não tem e não teve o mínimo interesse em realizar uma obrigação que o prendesse a quatro paredes, ao ler o evangelho percebemos em suas narrações que Jesus estava na maioria esmagadora dos fatos fora do templo.

Em (Hebreus 8.10-11) Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo; E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior.

É impossível conhecer a Deus plenamente através da apresentação de terceiros, veja o que Jó disse em:
( Jó 42.5) Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos.

Quantos conhecem a Deus apenas pelo o que ouviu dos outros, mas ainda são cegos neste assunto. É preciso que cada tenha sua experiência com Deus, que cada um entre na presença Deus e que a instrução sobre a nossa vida seja feito pelo próprio Deus em nossos corações.

Veja como era a primeira aliança (Primeiro concerto/Antigo Testamento) em:
(Hebreus 9.1) ORA, também a primeira tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre.
Na antiga aliança o próprio Deus colocava um sacerdote entre Ele próprio e o homem como um intermediário no santuário terrestre e este Sacerdote era o que dirigia o culto divino e transmitia as ordenanças divinas, assim como também realiza os sacrifícios pelo povo perante Deus. Tudo isto eram sombras das coisas vindouras das coisas celestiais

Hoje o intermediário é Cristo e o templo somos nós, o povo israelita tinha a presença de Deus sobre eles e nós temos a presença de Deus em nós. Não precisamos mais de alguém ou algum lugar para ter contato com o altíssimo. Entremos pois com ousadia no santuário na presença do altíssimo.
(Hebreus 10.19-21) Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa.

Na antiga aliança somente o Sumo sacerdote poderia entrar no “santo dos santos” o lugar mais intimo do templo e de comunhão com Deus, o acesso a Deus estava fechado aos homens comuns e por este motivo foi necessário remover a primeira aliança, o véu que separava o templo terrestre para se estabelecer uma melhor aliança entre o homem e Deus.

(Hebreus 9:8-9) - Dando nisto a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo, Que é uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que faz o serviço;

Quantos ainda estão atrás do véu, atrás do sacerdote, atrás do templo e vivem ainda na antiga aliança debaixo da lei e dos sacrifícios e esta não é a vontade de Deus.

Disse Jesus:
( Hebreus 10.9 ) Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo.

Precisamos remover de nossa vida também o primeiro sacrifício para estabelecer o segundo, o sacerdócio de Cristo não será estabelecido em nossa vida enquanto estivermos debaixo da lei e do sacerdócio de Levi.
( Hebreus 10.7-8 ) Então disse: Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade. Como acima diz: Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os quais se oferecem segundo a lei).

Tudo que oferecemos segundo a Lei agrada ao sacerdócio levitico, mas não agrada a Deus. Como vimos anteriormente o Sacerdócio foi trocado e também a lei, hoje estamos debaixo da Graça de Deus e do Sacerdócio de Cristo. Não conseguiremos com os mesmo rituais e sacrificios do antigo sacerdócio agradar ao atual que Cristo eternamente. No próximo tópico estudaremos sobre o dízimo que é oferecido segundo a Lei.

Deus te abençoe!

4 comentários:

Waldecy A. Simões disse...

O preceito: O FIM DA LEI É CRISTO é muito mal interpretado.

O fim da lei é Cristo PARTE 1

Está Escrito, em Romanos: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”. Romanos 10:3-4. O termo FIM tem por propriedade dois sentidos na língua grega com a qual foi escrito o Evangelho: conclusão ou término de uma ação e perfeição no cumprimento dessa ação. Era como se Paulo dissesse: “O fim de minha pregação é a salvação de vocês”. Portanto, o fim da lei é Cristo, mas os pastores evangélicos, em sua imensa maioria, com astúcia nociva, se aproveitam desse termo isolado para, temerariamente, tentarem impor o fim do Decálogo o que é absolutamente impossível, pois sem leis o homem ficaria perdido nas trevas e estaria fazendo Jesus de contraditório. Pode?

Está Escrito, em I Timóteo 1:5 que legitima minha interpretação acima: Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.

Mas esse termo o fim das leis é Cristo, pode ter dupla interpretação, mas acontece que ambas nada têm a ver com a derrocada do Decálogo em uma vírgula sequer:

Como é impossível Paulo estar se referindo às Dez Leis de Deus como findas, pois se assim fosse ele seria um gigantesco contraditório por ter declarado, especificamente, que era escravo das leis, as leis são santas, que sem elas não se reconheceria o pecado e que as leis foram dadas por Deus a todas as nações da Terra para obediência irrestrita , então fica claríssimo que ele estava se reportando às leis citadas acima, que escravizavam, as mesmas leis citadas em Gálatas. Portanto, podemos entender que Paulo canta o fim das leis que escravizavam, as mesmas que Cristo pregou na cruz, leis essa que só vigoraram até João (Lucas 16:16). Basta uma breve meditação para se concluir isso. Por essa ou por outra, nem por sonhos Jesus impôs o final das leis do Decálogo, pois se assim pudesse ter sido, ele seria um gigantesco contraditório depois de reger que o Universo inteiro seria destruído antes que das leis de Deus pudesse ser removido até uma simples vírgula delas todas, e lembrando que são DEZ.

“..na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos que consistia em ordenanças...” nada tem a ver com a derrocada do Decálogo, pois sendo isso impossível, o apóstolo Paulo, sempre dirigido pelo Espírito Santo de Deus, se refere às ordenanças e leis antigas, provindas de Levítico, criadas para uma época para regular as ações dos israelitas nos difíceis 40 anos de deserto, mas que de forma alguma tiveram lugar no Evangelho de Jesus. E isso Está Escrito em Lucas 16:16, que revela:
A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei. Lucas 16:16 e 17 Esses dois preceitos nos mostram a derrocada (no Evangelho) das leis que escravizavam e em seguida LEGITIMAM o Decálogo de Deus

A Hora da Verdade do apóstolo Paulo: Principalmente na Carta aos Gálatas, ele abominava as leis que só vigoraram até João, mas quanto às leis do Decálogo, se confessa escravo delas:

“Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

“Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez! CONTINUE A LER

Waldecy A. Simões disse...

O FIM DA LEI É Cristo Parte dois
“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

“Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto, sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei pelo Senhor Deus; não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!

A seguir, estão colocadas as provas bíblicas que revelam, claramente, e sem nenhuma sombra de dúvidas, Jesus e sua Igreja santificando os sábados com o objetivo maior de nos deixar esses claros exemplos, pelos quais devemos abominar o tal domingo, certamente imposto por Satanás através dos papas romanos, como aqui foi mostrado:

“E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16. Jesus, nos concedendo o exemplo.
“O sábado foi estabelecido por causa do homem...” Jesus, em Marcos 2:28.
Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:
“O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 - 56. A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.
Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor, na Igreja de Deus, sem teto e sem paredes:
“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens! Continue a ler

Waldecy A. Simões disse...

O fim da lei é Cristo parte final
“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”. Atos 13:41 - 44.
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
Tratou-se de um culto cristão sem teto, nem paredes, que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável

“E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.
Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.
“Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

Graça, paz, saúde e muita sabedoria, extensivos aos seus. Waldecy Antonio Simões

Andre Bida disse...

Porque, se a herança provém da lei, já não provém da promessa; mas Deus pela promessa a deu gratuitamente a Abraão.
19 Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro.
20 Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um.
21 Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei.
22 Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes.
23 Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar.
24 De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados.
25 Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio.
26 Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. A escritura a clara não adianta a manipulação e e falsas teologias que confundem as pessoas, se a verdade esta encoberta é apenas para oque perecem,porque o evangelho e pra ser pregado a lei e os profetas se resumem em amar o proximo comona escritura mesmo deixa claro.


Gálatas 5:14
Pois toda a Lei se resume num só mandamento, a saber: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.